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IGREJA
CONTESTA ISLAMIZAÇÃO DA
EUROPA
Mons. Georg Gaenswein
declarou que a Europa está a sofrer
um processo forçado de islamização
e que essas tentativas não podem
ser ignoradas, lançando um apelo
para que não sejam esquecidas as
raízes cristãs da Europa.
O secretário pessoal de Bento XVI
sublinhou que a identidade cristã
europeia não pode ser encoberta
ou esquecida, recorrendo a argumentos
erroneamente conotados com o respeito
pelas outras religiões. Nos próprios
países muçulmanos defende-se
ciosamente a posição dominante
do islamismo. Na Arábia Saudita
existe uma política religiosa que
vigia o comportamento da população,
que encontrou imigrantes filipinos e indianos
a rezar o terço e com bíblias
em casa. Os cristãos foram presos,
todos os seus bens foram apreendidos,
e eles foram repatriados. No Irão,
Sudão e Mauritânia, se alguém
abandona o Islão, é condenado
à morte. No Paquistão, por
exemplo, perde-se a tutela dos filhos
e o direito à herança. Esses
e outros casos de violação
da liberdade religiosa são ignorados
na Europa. Como disse recentemente um
padre ortodoxo da Ilha de Chipre: "A
islamização da Europa já
está em andamento, porque os cristãos
já não crêem como
antes e a Europa não tem personalidades
nem políticos com fé cristã
capazes de resistir a isso".
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