CASO PORTUCALE: DEDUZIDA ACUSAÇÃO
A acusação
do Ministério Público no
processo Portucale, que diz respeito a
tráfico de influências para
a aprovação de um empreendimento
turístico, em Benavente, incide
em vários arguidos com ligações
políticas. Além do ex-director
financeiro do CDS/PP, Abel Pinheiro, foram
acusados 3 administradores do Grupo Espírito
Santo, altos responsáveis da Direcção-Geral
de Florestas, e mais 3 funcionários
do CDS. Abel Pinheiro e os administradores
do GES são acusados de tráfico
de influências, enquanto os funcionários
do CDS vão responder pela acusação
de falsificação de documentos.
O que está em causa são
suspeitas quanto ao preenchimento de recibos
de donativos que pretendem justificar
a entrada de um milhão de euros
nas contas do CDS/PP, em Dezembro de 2004.
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