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REDE
DE IMIGRAÇÃO ILEGAL EM JULGAMENTO
Aliciavam compatriotas
para trabalhar em Portugal com a promessa
de legalização. Em troca
de contratos com empresas de construção
civil e da restauração,
exigiam quantias elevadas de dinheiro.
Muitos dos imigrantes entravam em território
nacional, mas nunca se apresentaram ao
serviço. O esquema de auxílio
à imigração ilegal,
desmantelado pelo SEF, permitiu levar
a julgamento 34 pessoas e 19 empresas
do Algarve. Uma mulher moldava, Galina
Volontir, de 40 anos, liderava o grupo
e foi responsável pela obtenção
de centenas de vistos que permitiram introduzir
ilegalmente em Portugal imigrantes da
Roménia, Moldávia e Ucrânia.
Os arguidos são acusados de associação
de auxílio à imigração
ilegal, auxílio à imigração
ilegal, falsificação de
documentos, angariação de
mão-de-obra ilegal, branqueamento
de capitais, corrupção activa
e passiva.
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