Entre banhos de multidão, ovações, abraços e bandeirinhas portuguesas, acompanhadas de gritos como “Portugal-Angola, um povo, uma só nação”, decorreu a visita do Chefe de Estado português a Angola. Caiu assim o mito do Portugal “opressor”, a que a esquerda marxista (lá como cá) se tem agarrado para fazer passar a sua agenda política. Estatelaram-se com estrondo as desonestidades intelectuais “à Fernando Rosas” e outros que tais, com o seu ridículo exposto aos olhos de todos.

A Alternativa Portugal não pretende o regresso dos tempos em que Angola era uma província ultramarina portuguesa. A independência foi o que foi, e os dois territórios seguiram os respectivos rumos, sendo no entanto recomendável que mantenham boas relações. Não podemos, contudo, aceitar o achincalhamento da nossa História, da meritória presença portuguesa em África e do esforço glorioso daqueles (brancos, negros e mestiços) que verteram muito sangue, suor e lágrimas pela nossa Bandeira naquele território.

Para aqueles que insistem em não querer compreender, fica a pergunta: existe outro país “colonizador” que seja tão acarinhado nos seus ex-territórios como Portugal? A resposta é um claro não. Retire-se pois deste facto as devidas conclusões.

Basta então de reles propaganda de pífia gente, que tenta desacreditar os Homens e os Valores que fizeram aquilo que este regime jamais conseguirá: tornar Portugal numa grande Nação!